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sábado, 7 de junho de 2008

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Um grande problema na sociedade atual...

Algumas passagens filosóficas...

E aêêêêê! Faz tempo que não escrevo, resolvi mastigar algumas idéias aqui.

Vou agora passar umas opiniões minhas sobre alguns assuntos, como esse blog é geral lá vai merda:

O que são os FILHOS ?

Filhos é uma doença que surge do sexo. Os primeiros sintomas acontecem com as mulheres com um processo chamado gravidez, que é caracterizado pelo crescimento de um enorme tumor na região do ventre. Após nove meses esse tumor é expelido e forma o que chamamos de filhos. Nos homens essa doença ataca principalmente o bolso, mas nos primeiros anos pode causar também um certo retardamento mental fazendo com que fique horas falando em tatibitati.

Essa DST caracteriza-se por não ter legalmente cura antes de 18 anos após adiquirida. Mesmo assim, por vezes, esse período se estende para a vida toda. A longo prazo, essa doença causa: irritabilidade, desconforto e problemas financeiros, podendo chegar a problemas judiciais.

Portanto, use camisinha! Já que comprovadamente a única forma de previnir qualquer DST é usando camisinha e/ou batendo punheta.


sábado, 20 de outubro de 2007

Vamos usar o Linux?!


O Linux é um software livre (open source) mas isso não quer dizer que ele seja gratuito e os aplicativos desenvolvidos para ele costumam ser compatíveis com qualquer distribuição. Apesar disso, quando alguém os “empacota”, formando uma nova distribuição – como o Ubuntu ou Debian – pode incluir configurações que geram dependências diferentes daquelas características básicas. Por esse motivo, os procedimentos para instalar softwares compilados de uma distribuição em outra vez por outra podem falhar.

Exemplo disso é quando um software é configurado para que uma determinada biblioteca (arquivos de suporte aos aplicativos que a sua distribuição usa) fique gravada em um diretório específico, ou que um determinado arquivo de configuração esteja disponível. Se você forçar instalar versões instáveis em um sistema estável, você pode deixar o sistema inteiro instável e funcionando mal.

As distribuições são como um pacote de software que inclui o Kernel (núcleo do sistema operacional, no caso o próprio Linux), mais um conjunto de aplicativos. Em geral, cada distribuição tem seu foco ou público-alvo. Existem aquelas voltadas para uso em servidores, desktop, aplicações escolares, científicas, para quem está migrando do Windows, etc.

Não existe uma distribuição principal ou mais importante. Mas algumas distribuições são mais utilizadas do que outras, dentre as quais destacamos o Debian, SuSE, Fedora, Kurumin, Ubuntu, Mandriva, Gentoo, Slackware e Red Hat.

(colocar o link das distribuições mais usadas).

Uso de outra distribuição no Ubuntu
É preciso entender que uma distribuição não é o Linux propriamente dito – o sistema operacional está no Kernel, ou seja, no núcleo) do sistema, e a maior parte delas utiliza o mesmo Kernel. Assim, a distribuição Debian pode ser executada sob outros kernels que não aquele que a acompanha, como por exemplo, o GNU/Hurd.

Já o que diferencia uma distribuição de outra são justamente os aplicativos e as bibliotecas necessários para fazer o programa rodar e elas acompanham a distribuição por padrão. Isso quer dizer que uma biblioteca importante pode não vir como padrão no Debian, mas estar presente no Kurumin e assim por diante.

Outro problema seria o conflito com versões de bibliotecas. Dependendo da versão do programa que você está instalando, o aplicado pode utilizar uma biblioteca mais recente e ainda em testes, que no "mundo" Linux são chamadas de instáveis. Isso pode gerar conflito com outros aplicativos que utilizam a mesma biblioteca, mas em versão mais antiga.

Cada distribuição (as mais recentes e mais usadas pelo menos) já vem com um utilitário instalador automático padrão, também denominado gerenciador de pacote. Aquelas que derivam do Debian, como o Kurumin e o Ubuntu, usam o instalador APT-Get ou então o Synaptic. Já o SuSE trabalha com o Yast, e o Fedora com o YUM. Para quem está vindo do Windows, estas ferramentas são a forma mais adequada de instalar um programa no Linux.

A partir do gerenciador, que possui uma lista de todos os programas disponíveis, o usuário deve selecionar os que deseja instalar e aguardar que o download e a instalação sejam realizados, sem perigo de conflitos de versões. Além disso, esses programas ainda podem atualizar os aplicativos que já estão instalados no seu computador, sem a necessidade de conferir um a um.

Instaladores independentes da distribuição – como o Autopackage, o Klik ou o Zero Install também podem ser utilizados, mas eles não têm uma base de softwares tão vasta quanto os existentes nos instaladores que vêm com o Ubuntu ou Debian, por exemplo. Se o software que você está tentando instalar estiver em formato TGZ (do Slackware Linux) ou RPM (adotado por distribuições como Fedora, OpenSUSE e Mandriva), pode-se tentar convertê-lo para o formato DEB (que o Ubuntu, o Debian e o Kurumin adotam) usando o Alien. Para instalá-lo, basta usar o gerenciador de pacotes do próprio Ubuntu.

Antes de tentar instalar pacotes de softwares de outras distribuições no Ubuntu, o ideal seria procurar no repositório da distribuição (bem como nos repositórios adicionais) se tais pacotes já estão disponíveis para ela. Os repositórios são áreas onde ficam os programas compatíveis com tal distribuição. Quando um determinado aplicativo é acionado, o instalador faz uma busca na lista de repositórios e, depois de localizá-lo, faz o download, verifica se os arquivos estão corrompidos e só então realiza a instalação.

sexta-feira, 30 de março de 2007

Grunge ???




Oi galera! Eu andei um meio sumido por esses tempos, e vou continuar sumido por mais algum mas decidi antes disso começar a falar sobre a melhor musica do mundo (pelo menos pra mim) "O Grunge".

Se Procurar na Wikipédia ela vai te dizer que:

"Grunge (às vezes chamado de Seattle Sound,ou Som de Seattle) é um movimento de raízes da música independente, que se tornou comercialmente bem-sucedido, como sendo uma "ramificação" de hardcore/punk, heavy metal, thrash metal, hard rock e rock alternativo no final dos anos 1980 e começo da década de 1990. Bandas das cidades do noroeste dos Estados Unidos, como Seattle, Olympia, e Portland, foram responsáveis pela "criação", citada a baixo, do grunge e o tornaram popular para a maior parte da audiência. O gênero é muito associado à Geração X, devido ao fato de sua popularização ter ocorrido em seguida ao surgimento desta geração, a qual consiste nas pessoas nascidas nas décadas de 1960 e 1970."

Entre outros blá blá blás... Ah! e NÃO esqueçam do Nirvana!

Pra mim grunge é um tipo de música que afeta o sentimento e conforta musicalmente os grunges, é uma mistura de dor, solidão e conforto... Parece confuso, mas é exatamente o que sinto quanto a escuto, dependendo do meu estado emocional esteja normal ou não.
Eu posso citar uma cacetada de bandas grunge e post-grunge (estilo simetrico ao grunge, mas surgido após o fim do movimento), embora não goste de todas, a maioria me identifico, alem do Alice in Chains que é a que mais gosto, vem Screaming Trees, Soundgaden, Pearl Jam, Days Of The New...
Hoje em dia poucas sobreviveram. Porém deixaram um ótimo acervo, e como vocês sabem, a musica é eterna.


A maioria das Bandas:

Stone Temple Pilots (1992 até 2003), 7 Year Bitch, Pearl Jam, Alice in Chains (desde 1987), Candlebox (1991 até 1999), Green River, Hammerbox (1988 até 1993), Hole (1989 até 2001), Jesus Lizard (1987 até 1999), Babes in Toyland (1987 até 1995), L7 (desde 1985), Meat Puppets, Melvins, Mother Love Bone, Moist (desde 1992), Mudhoney (desde 1988), Nirvana (1986 até 1994), The Nixons (1990 até 2002), Paw, Rocket From the Crypt (desde 1990), Screaming Trees (1985 até 2000), Skin Yard, Sonic Youth, Soundgarden, Tad (1987 até 1998), Tool, Mad Season, Creed, Days of the New (desde 1997), Silverchair (desde 1992), Puddle of Mudd (desde 2001);


Bom Isso é tudo, vou deixar um link sempre atualizado (quando posso) com a maioria das bandas grunges, espero que desfrutem!

Até depois da semana santa Huaaaaaaa! Sorte! =D

quarta-feira, 21 de março de 2007

Legião Urbana - Eduardo e Mônica, Uma Análise Psico-Neurótica

A música Eduardo e Monica da banda Legião Urbana esconderia uma implicância com o sexo masculino?

O falecido Renato Russo era, sem dúvida, um ótimo músico e um excelente letrista. Escreveu verdadeiras obras de arte cheias de originalidade e sentimento. Como artista engajado que era, defendia veementemente seus pontos de vista nas letras que criava. E por isso mesmo, talvez algumas delas excedam a lógica e o bom senso. Como no caso da música Eduardo e Mônica, do álbum "Dois" da Legião Urbana, de 1986, onde a figura masculina (Eduardo) é tratada sempre como alienada e inconsciente, enquanto a feminina (Mônica) é a portadora de uma sabedoria e um estilo de vida evoluidíssimos. analisemos o que diz a letra.

Logo na segunda estrofe, o autor insinua que Eduardo seja preguiçoso e indolente (Eduardo abriu os olhos mas não quis se levantar; Ficou deitado e viu que horas eram) ao mesmo tempo que tenta dar uma imagem forte e charmosa à Mônica (enquanto Mônica tomava um conhaque noutro canto da cidade como eles disseram). Ora, se esta cena tiver se passado de manhã como é provável, Eduardo só estaria fazendo sua obrigação: acordar. Já Mônica revelaria-se uma cachaceira profissional, pois virar um conhaque antes do almoço é só para quem conhece muito bem o ofício.

Mais à frente, vemos Russo desenhar injustamente a personalidade de Eduardo de maneira frágil e imatura (Festa estranha, com gente esquisita). Bom, "Festa estranha" significa uma reunião de porra-loucas atrás de qualquer bagulho para poderem fugir da realidade com a desculpa esfarrapada de que são contra o sistema. "Gente esquisita" é, basicamente, um bando de sujeitos que têm o hábito gozado de dar a bunda após cinco minutos de conversa. Também são as garotas mais horrorosas da via-láctea. Enfim, esta era a tal "festa legal" em que Eduardo estava. O que mais ele podia fazer? Teve que encher a cara pra agüentar aquele pesadelo, como veremos a seguir.

Assim temos (- Eu não estou legal. Não agüento mais birita). Percebe-se que o jovem Eduardo não está familiarizado com a rotina traiçoeira do álcool. É um garoto puro e inocente, com a mente e o corpo sadios. Bem ao contrário de Mônica, uma notória bêbada sem-vergonha do underground.

Adiante, ficamos conhecendo o momento em que os dois protagonistas se encontraram (E a Mônica riu e quis saber um pouco mais Sobre o boyzinho que tentava impressionar). Vamos por partes: em "E a Mônica riu" nota-se uma atitude de pseudo-superioridade desumana de Mônica para com Eduardo. Ela ri de um bêbado inexperiente! Mais à frente, é bom esclarecer o que o autor preferiu maquiar. Onde lê-se "quis saber um pouco mais" leia-se" quis dar para"! É muita hipocrisia tentar passar uma imagem sofisticada da tal Mônica.

A verdade é que ela se sentiu bastante atraída pelo "boyzinho" que tentava impressionar"! É o máximo do preconceito leviano se referir ao singelo Eduardo como "boyzinho". Não é verdade. Caso fosse realmente um playboy, ele não teria ido se encontrar com Mônica de bicicleta, como consta na quarta estrofe (Se encontraram então no parque da cidade A Mônica de moto e o Eduardo de camelo). Se alguém aí age como boy, esta seria Mônica, que vai ao encontro pilotando uma ameaçadora motocicleta. Como é sabido, aos 16 (Ela era de Leão e ele tinha dezesseis) todo boyzinho já costuma roubar o carro do pai, principalmente para impressionar uma maria-gasolina como Mônica.

E tem mais: se Eduardo fosse mesmo um playboy, teria penetrado com sua galera na tal festa, quebraria tudo e ia encher de porrada o esquisitão mais fraquinho de todos na frente de todo mundo, valeu?

Na ocasião do seu primeiro encontro, vemos Mônica impor suas preferências, uma constante durante toda a letra, em oposição a uma humilde proposta do afável Eduardo (O Eduardo sugeriu uma lanchonete Mas a Mônica queria ver filme do Godard). Atitude esta, nada democrática para quem se julga uma liberal.

Na verdade, Mônica é o que se convencionou chamar de P.I.M.B.A (Pseudo Intelectual Metido à Besta e Associados, ou seja, intelectuerdas, alternativos, cabeças e viadinhos vestidos de preto em geral), que acham que todo filme americano é ruim e o que é bom mesmo é filme europeu, de preferência francês, preto e branco, arrastado para caralho e com bastante cenas de baitolagem.

Em seguida Russo utiliza o eufemismo "menina" para se referir suavemente à Mônica (O Eduardo achou estranho e melhor não comentar. Mas a menina tinha tinta no cabelo). Menina? Pudim de cachaça seria mais adequado. Ainda há pouco vimos Mônica virar um Dreher na goela logo no café da manhã e ele ainda a chama de menina? Além disto, se Mônica pinta o cabelo é porque é uma balzaca querendo fisgar um garotão viril. Ou então porque é uma baranga escrota.

O autor insiste em retratar Mônica como uma gênia sem par. (Ela fazia Medicina e falava alemão) e Eduardo como um idiota retardado (E ele ainda nas aulinhas de inglês). Note a comparação de intelecto entre o casal: ela domina o idioma germânico, sabidamente de difícil aprendizado, já tendo superado o vestibular altamente concorrido para Medicina. Ele, miseravelmente, tem que tomar aulas para poder balbuciar "iéis", "nou" e "mai neime is Eduardo"! Incomoda como são usadas as palavras "ainda" e "aulinhas", para refletir idéias de atraso intelectual e coisa sem valor, respectivamente.

Na seqüência, ficamos a par das opções culturais dos dois (Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus, De Van Gogh e dos Mutantes, De Caetano e de Rimbaud). Temos nesta lista um desfile de ícones dos P.I.M.B.A., muito usados por quem acha que pertence a uma falsa elite cultural. Por exemplo, é tamanha uma pretensa intimidade com o poeta Manuel de Souza Carneiro Bandeira Filho, que usou-se a expressão "do Bandeira". Francamente, "Bandeira" é aquele juiz que fica apitando impedimento na lateral do campo. O sujeito mais normal dessa moçada aí cortou a orelha por causa de uma sirigaita qualquer. Já viu o nível, né? Só porra-louca de primeira. Tem um outro peroba aí que tem coragem de rimar "Êta" com "Tiêta" e neguinho ainda diz que ele é gênio!

Mais uma vez insinua-se que Eduardo seja um imbecil acéfalo (E o Eduardo gostava de novela) e crianção (E jogava futebol de botão com seu avô). A bem da verdade, Eduardo é um exemplo. Que adolescente de hoje costuma dar atenção a um idoso? Ele poderia estar jogando videogame com garotos de sua idade ou tentando espiar a empregada tomar banho pelo buraco da fechadura, mas não. Preferia a companhia do avô em um prosaico jogo de botões! É de tocar o coração. E como esse gesto magnânimo foi usado na letra? Foi só para passar a imagem de Eduardo como um paspalho energúmeno. É óbvio, para o autor, o homem não sabe de nada. Mulher sim, é maturidade pura.

Continuando, temos (Ela falava coisas sobre o Planalto Central, Também magia e meditação). Falava merda, isso sim! Nesses assuntos esotéricos é onde se escondem os maiores picaretas do mundo. Qualquer chimpanzé lobotomizado pode grunhir qualquer absurdo que ninguém vai contestar. Por que? Porque não se pode provar absolutamente nada. Vale tudo! É o samba do crioulo doido. E quem foi cair nessa conversa mole jogada por Mônica? Eduardo é claro, o bem intencionado de plantão. E ainda temos mais um achincalhe ao garoto (E o Eduardo ainda estava no esquema escola - cinema - clube - televisão). O que o Sr. Russo queria? Que o esquema fosse "bar da esquina - terreiro de macumba - sauna gay - delegacia"?? E qual é o problema de se ir a escola?!?

Em seguida, já se nota que Eduardo está dominado pela cultura imposta por Mônica (Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia, teatro, artesanato e foram viajar). Por ordem:

1) Teatro e artesanato não costumam pagar muito imposto.

2) Teatro e artesanato não são lá as coisas mais úteis do mundo.

3) Quer saber? Teatro e artesanato é coisa de viado!!!

Agora temos os versos mais cretinos de toda a letra (A Mônica explicava pro Eduardo Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar). Mais uma vez, aquela lengalenga esotérica que não leva a lugar algum. Vejamos: Mônica trabalha na previsão do tempo? Não. Mônica é geóloga? Não. Mônica é professora de química? Não. A porra da Mônica é alguma aviadora? Também não. Então que diabos uma motoqueira transviada pode ensinar sobre céu, terra, água e ar que uma muriçoca não saiba?

Novamente, Eduardo é retratado como um debilóide pueril capaz de comprar alegremente a Torre Eiffel após ser convencido deste grande negócio pelo caô mais furado do mundo. Santa inocência... Ainda em (Ele aprendeu a beber), não precisa ser muito esperto pra sacar com quem... é claro, com a campeã do alambique! Eduardo poderia ter aprendido coisas mais úteis, como o código morse ou as capitais da Europa, mas não. Acharam melhor ensinar para o rapaz como encher a cara de pinga. Muito bem, Mônica! Grande contribuição!

Depois, temos (deixou o cabelo crescer). Pobre Eduardo. Àquela altura, estava crente que deixar crescer o cabelo o diferenciaria dos outros na sociedade. Isso sim é que é ativismo pessoal. Já dá pra ver aí o estrago causado por Mônica na cabeça do iludido Eduardo.

Sempre à frente em tudo, Mônica se forma quando Eduardo, o eterno micróbio, consegue entrar na universidade (E ela se formou no mesmo mês em que ele passou no vestibular). Por esse ritmo, quando Eduardo conseguir o diploma, Mônica deverá estar ganhando o seu oitavo prêmio Nobel.

Outra prova da parcialidade do autor está em (porque o filhinho do Eduardo tá de recuperação). É interessante notar que é o filho do Eduardo e não de Mônica, que ficou de segunda época. Em suma, puxou ao pai e é burro que nem uma porta.

O que realmente impressiona nesta letra é a presença constante de um sexismo estereotipado. O homem é retratado como sendo um simplório alienado que só é salvo de uma vida medíocre e previsível graças a uma mulher naturalmente evoluída e oriunda de uma cultura alternativa redentora. Nesta visão está incutida a idéia absurda que o feminino é superior e o masculino, inferior. É sabido que em todas culturas e povos existentes o homem sempre oprimiu a mulher. Porém, isso não significa, em hipótese alguma, que estas sejam melhores que os homens. São apenas diferentes. Se desde o começo dos tempos o sexo feminino fosse o dominador e o masculino o subjugado, os mesmos erros teriam sido cometidos de uma maneira ou de outra. Por que? Ora, porque tanto homens quanto mulheres e colunistas sociais fazem parte da famigerada raça humana. E é aí que sempre morou o perigo. Não importa que seja Eduardo, Mônica ou até... Renato!

@8D - ROOX!

domingo, 18 de março de 2007

Que pais é esse? É a pohha do Brasil??

Voltava eu e um amigo de uma festa às 05:30 (mais ou menos) da Matina e então que demos de cara com uma trupe de uns seis ou sete... eles nos olham, conversam entre si, param de andar e nos esperam aproximar. Eis que somos abordados – eu por apenas um e meu amigo por outros 3 – Ele me pede dinheiro ( 1 real (???) ) eu o respondo que não tenho (guardo meu dinheiro entre a meia e o tênis), ele pergunta se pode me revistar para ver se encontra e eu o pergunto se tenho alguma escolha (?) , enquanto isso já levaram o celular, o dinheiro e o sinto do meu colega (não levaram o tênis por acharam feio, é rir pra não chorar!) , ele encontra meu celular e pergunta o que é. pega do meu bolso, olha, vê que já está um pouco surrado e pergunta se a câmera do celular está ainda boa, eu repondo que está, mas me vem a cabeça que quando eles pegar o celular tiram o chip e vendem, e me veio a cabeça também que meu celular não é de chip (vivo) e falo isso pra ele, ele olha pra mim, me devolve o celular, e me deixa, enquanto isso meu colega estava num dialogo inútil pra que devolvessem o chip, se passam uns 2 minutos e eles vêm que não temos mais nada para eles nos tirarem (graças a Deus não pensaram em levar meu tênis que a pouco tempo minha avó me presenteara) e nos deixam. Resumo dessa pequena fábula real: What a Hell? (Uataréu!) Nos vem logo a cabeça o porque de toparmos com aqueles marginais, porque existem ainda direitos humanos pra essas pessoas? Porque nasci logo no Brasil?
Bom, concerteza nenhuma dessas tem uma resposta sensata, estavamos de cabeça quente, meu colega provavelmente vai ficar apavorado por um certo tempo e ele nunca mais vai reaver os seus pertences roubados. Políticas publicas, reabilitação, emprego, educação vocês diriam é isso que irá mudar o pais, vai nos por nos eixos, vai colocar nosso pais em um ótimo estado... Bom tenho praticamente 20 anos e desde quando tive a primeira noção sobre violência, assaltos, casos (normais ) desse tipo no Brasil, e escuto meus avós e pais falando que percebo que isso vem de anos e anos, percebo também que houveram varias tentativas de mudança mas nada dá muito certo. E me pergunto: Será que há uma solução pra esse nosso pais de políticos corruptos, dinheiro na cueca e mensalão? Certamente que por agora não, e talvez por um longo tempo também não haja. Mas filosofando comigo mesmo percebo que não é culpa nenhuma naqueles marginais que nos abordaram, culpa alguma, não são eles que pediram pra ser daquele jeito, não foram os pais deles que escolheram morar nos bairros periféricos, não foram os negros que pediram pra ser escravizados, ou seja, quero que entendam que isso vem desde que o Brasil era colônia (será que deixamos de ser?), que isso está enraizado, e que vai dar trabalho pra nos deixar.
O fato de haver ou não policia por perto, ou de eu ser uma anta e não pegar um táxi pra voltar pra casa não quer dizer que não estaríamos sujeitos a furtos, claro que eu fiquei com vontante de quebrar todos aqueles marginais na porrada, claro que isso não ia adiantar de nada, mas a certeza que estamos todos sujeitos a isso e que precisamos mudar nossos conceitos e nosso preconceito subliminar pra que no futuro meu (nossos) filho(os) não tenham que passar pelo que passei, mesmo não sendo pior mas que nos deixa uma sensação amarga por dentro.

P.S.: A primeira vez que a minha operadora de telefonia (VIVO) me foi útil, meu celular não foi roubado, meu pai vai rir quando eu contar rsrs!